TESTFORGE
Primeiro: descobrir e estruturar.
O TestForge consolidou Explorer, projetos e catálogo de cenários. Crawlers web passaram a produzir informação útil para negócio, e execuções reais podiam gerar BDD e alimentar o catálogo automaticamente — já com deduplicação, integridade referencial e reaproveitamento de resultados.
DISCOVERY
Depois: entender além do teste.
A exploração evoluiu para capturar rotas navegáveis, validações de formulário e comportamento de APIs. O crawler deixou de ser apenas um coletor técnico e começou a funcionar como mecanismo de descoberta de comportamento e regras implícitas do produto.
OMNIQA V1
A virada: o catálogo não bastava.
O manifesto do OmniQA mudou a unidade central do produto: em vez de apenas organizar testes, a plataforma passaria a representar um modelo vivo do sistema. Features, cenários, exploração, regressão, evidência e auditoria passaram a fazer parte da mesma visão de qualidade.
GOVERNED INTELLIGENCE
Finalmente: aprender sem perder o controle.
O modelo operacional consolidou a direção atual: Project Home e Features como superfícies de trabalho, execuções e evidências conectadas, findings como descobertas transitórias, decisões rastreáveis e IA atuando como assistente contextual. A máquina pode propor e correlacionar; o entendimento do produto continua sob autoridade humana.
OMNIQA TODAY
Esses protótipos não foram descartados: cada um resolveu uma parte do problema e deixou uma ideia que sobreviveu. O OmniQA é a convergência dessas experiências em uma plataforma de Quality Intelligence que entende o produto, decide o que merece validação, executa, coleta evidência e aprende com revisão humana.